A FEEMA vem monitorando desde 1976 a qualidade do ar em alguns pontos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), tomando como base o parâmetro PTS. Muito embora limitado, o monitoramento no decorrer desses anos permitiu avaliar os resultados do esforço empreendido e, atualmente, alguns cenários podem ser estabelecidos para determinadas localidades.
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Para a RMRJ as estratégias de controle e as ações de fiscalização, somente agora têm sido executadas por algumas Prefeituras através das suas Secretarias de Meio Ambiente e, na cidade do Rio de Janeiro, a SMAC, através da 1a Gerência de Qualidade do Ar da Coordenadoria de Despoluição dos Recursos Ambientais, vem se empenhado enormemente neste sentido.
Em 1996 o Estudo de Dimensionamento Quantitativo e Qualitativo para a Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar, contratado ao Departamento de Meteorologia da UFRJ pela SMAC, foi desenvolvido mediante análise de informações sobre fontes fixas de emissão, sistema viário, série histórica de emissão de poluentes, contribuição de municípios vizinhos, e resultados das campanhas experimentais para análise de SO2 e NO2 pelo método dos tubos passivos. Foi estabelecida, então, a primeira meta para a implantação da rede de monitoramento da qualidade do ar.
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Dos poluentes atmosféricos monitorados pela SMAC, os únicos que não são contemplados pela Resolução CONAMA 03/90 são os Hidrocarbonetos Totais. Todavia, estes representam parâmetros de suma importância na modelagem numérica e avaliação do ozônio.
A rede de monitoramento do ar, atualmente em operação, é composta por 4 estações fixas, 1 estação móvel e uma Central de Recepção dos Dados. As Estações Fixas (Foto 1) e a Unidade Móvel (Foto 2), possuem a mesma tecnologia. Todavia, o sistema de monitoramento propiciado pela Unidade Móvel é compartimentado em uma caminhonete da marca Mercedes Benz, modelo 310D, Sprinter movida a óleo diesel.
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